Meu nome é Demitrius (que porra de nome é este?! O word deu como palavra inexistente!), tenho 21 anos e 3 faculdades. Posso ser Medico, Policial, ou professor de Historia, atualmente sou professor (a única profissão pra quem estuda historia.). Chega de introdução, tem um babaca me atrapalhando.
São 5 da tarde, estou com uma amiga pescando no lago da cidade, eu gosto dela, eu posso me desabafar, porque ultimamente tudo está muito estressante.
- ...insano. é uma palavra que combina muito com você Demi. – diz a amiga dele.
- humpf. Eu vou te comprar um espelho, não se preocupe.
- não seja dramático. Você sabe que meu problema é muito diferente do seu. Eu não sinto nada. Você sente e mesmo assim faz as coisas que faz. E você sabe o quão ruim são as coisas que você faz.
- como se você não fizesse o mesmo.
- eu tinha uma desculpa, você não. Fora que eu estou tentando parar com isto, estou sóbria a um mês...
- nossa. Um mês. – diz num tom sarcástico.
- ...estou tomando calmantes.
- e porque você está fazendo isto?
- porque eu quero ir pro céu.
*silencio*
- era uma piada? Você sabe que eu não tenho senso de humor.
- não, não é uma piada. E como agora estou andando no caminho do Senhor eu devo te alertar. Que você vai pro inferno. Esta ciente disto?
- to.
- minha parte eu já fiz então.
Ele olha no relógio de pulso, 5 e 15. vai chegar tarde em casa se continuar ali. Ele levanta a vara, e na corda da vara surge uma pessoa morta amarrada ao pescoço. Ele solta um suspiro olhando o relógio de novo, então sua amiga fala:
- volta pra casa. Eu me livro das evidencias.
- você faz isto pra mim?
- claro. Mas você vai ficar me devendo.
- mas você como uma boa samaritana não vai c...
- cê sabe que eu vou cobrar.
Demitrius entrega a vara de pescar para a amiga. Vai até o carro e volta para casa. Ultimamente está tudo muito estressante e ele não sabe o porque. Como se algo estivesse errado.
Casa, as vezes só quero ficar longe dela. Eu sou casado, minha mulher é médica, nos conhecemos quando crianças. Minha família inteira é toda de loiros de olhos azuis, e racistas ao extremo. Então quando comecei a namorá-la meu pai me expulsou de casa, e quando me casei, meu pai me tirou do testamento. Como se eu quisesse receber algum dinheiro dele. Minha mulher está grávida, oitavo mês. É o tipo de coisa que dá vontade viver, arrumamos o quarto dele ou dela.não queríamos estragar a surpresa então fizemos tudo meio imparcial.
- amor, você chegou.
É claro que cheguei! Não ta me vendo aqui?!
- conseguiu se virar sem mim aqui?
- é, tem um assassino serial a solta e o seu chefe não te deixa sair. (se fosse de escola publica faltava e nem ligavam[minha tia já faltou dois meses direto e trabalha até hoje] ninguém quer saber da sua tia!!!)
- é, eu não sei como ainda não prenderam ele, uma pessoa assim não deveria ficar solta. O que tem pro jantar?
- filé... ai.
- o que foi?
- a bolsa... estorou.